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Barbie




Por que tanta agitação com a chegada da Barbie?


Quem viveu na minha época e gostava de bonecas, teve uma Barbie.


Olhávamos para ela como uma simples boneca e não tínhamos a "malícia" dos adultos de hoje, ou seja, não nos importávamos se ela era magra ou gorda, se esteticamente era perfeita ou não. Apenas brincávamos.


Era uma delícia brincar de Barbie, criávamos cenários imaginários, éramos crianças felizes.


Eu, particularmente, sempre achei o Ken um pouco estranho, talvez porque eu não tivesse repertório para brincar com um boneco masculino.


Hoje, anos depois, o filme traz algumas questões politicamente corretas e nos deparamos com filas de mães e filhas, mulheres indo assistir ao filme. E nas redes sociais, críticas e mais críticas.


As críticas vão desde "agora todas usam rosa", "as mulheres perderam a noção do ridículo", até comentários mais maldosos que prefiro não mencionar.


O que há de errado em gostar da Barbie?


O que há de errado em vestir rosa?


O que há de errado em reviver uma época que era agradável e inocente?


Nada!


Os chatos de plantão polemizam tudo. Será a era do "ser do contra" ou apenas uma militância contra tudo e todos?


Barbies, Susis, Kens fizeram parte da minha infância com uma história romântica da época.


E por que mudar a história da Barbie?


Aliás, eu voto por deixarem a Barbie e as princesas em paz, cada uma com sua história original. Afinal, cada uma tem a sua história.


Que sejam criados novos personagens sem que haja prejuízo aos que fizeram parte de outra geração.


Fernanda Papa de Campos

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