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Oi! Sou Adriana Kachani, nutricionista e adoro sorvete e brigadeiro



Meu nome é Adriana, sou nutricionista e nova por aqui. Então queria me apresentar

contando um pouco dos meus hábitos alimentares. Assim vocês vão poder entender

um pouco quem sou, e qual a direção dos textos que vou escrever por aqui.


Ao contrário do que imaginam, nem de longe sou exemplo máximo de alimentação

correta. Mas posso dizer que sou exemplo máximo de esforço para me alimentar

direitinho.


Começa que não gosto de um monte de coisas.


Uma lista extensa que sempre entrego aos anfitriões da onde sou convidada: azeitona, alho, berinjela, cebola que aparece na comida, tomate cru. E ainda tem a lista de restrições por conta da minha religião – sou judia e por isso não consumo carne de porco e frutos do mar.


Mas sou esforçada. Há tempos procuro excluir a maioria dos produtos industrializados

da minha vida. Não quero poluir o meu corpo com um monte de corantes,

aromatizantes, sabores artificiais.


Sempre gostei muito de gelatina, mas há anos evito.


Procuro ter muito critério e ler sempre o rótulo dos alimentos que compro. Aliás,

embalagem também me incomoda: é poluição ambiental difícil de reciclar, e me

preocupo super com o lixo do mundo.


Outra meta que me policio para cumprir sempre é comer salada crua no almoço e

jantar, com apenas alimentos que nascem na horta (orgânicos, é claro!).


Afinal tenho muito problema com intestino e quero enchê-lo de fibras para que funcione direitinho.


Indispensável também é água e me esforço para beber o dia todo. Água para as fezes

ficarem molinhas, a pele hidratada, vagina idem. Água para acalmar meus calores da

menopausa, ou seja, água para tudo. Tenho uma garrafinha bem bonita para me

animar quando estou na rua (nem sempre lembro de carregar, mas tento!).


O que funciona muito é um combinado que fiz comigo mesma: cada paciente que entra na

sala eu ofereço água e assim aproveito e bebo um copo também!


Nós mulheres, nos preocupamos muito com a beleza exterior. Mas vale lembrar

também da beleza interior – e não estou falando de virtudes. Estou me referindo às

células estarem bonitas, as artérias, vasos, órgãos...afinal, do que adianta ser bonita

por fora e toda inflamada por dentro? E como ser bonita por fora estando tão doente

por dentro?


Voltando ao começo do meu texto, eu me esforço muito na minha rotina alimentar

mas estou longe de ser exemplar. Minhas amigas sabem que adoro sorvete,

brigadeiro, enfim, doces em geral, massas, pães, queijos gordurosos...afinal, não sou

perfeita.


E será que ser perfeita é não comer nada disso? Porque quem não come o

que gosta fica chato! Hahaha!!


O importante é controlar nossos “auto mimos” e escolher alimentos o menos industrializado possível!


Adiana Kachani

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